Depois do mensalão e das sanguessugas, agora é Freud…

Em plena quentura da campanha eleitoral, rebentou aqui mais um escândalo que levou à demissão de mais um assessor do presidente Lula, eventualmente implicado na tentativa de compra de um dossier que visava comprometer gente do PSDB, o principal partido da oposição, na questiúncula dos sanguessugas, isto é, da rede de compra de ambulâncias. Ao mesmo tempo, foram descobertos grampos (escutas) nos telefones de ministros do Supremo Tribunal Eleitoral. O povão, conforme a reportagem de rua que fui fazendo, está informado do processo, não gosta, mas mesmo assim vai votar no Lula, que lhe matou a fome à família que deixou no Nordeste, embora não tenha ensinado o povo a pescar, através do sonhado desenvolvimento. Até a Heloísa, essa versão tropical do Louçã, insinua que a rede destes corruptos e corruptores, com o mundo do crime infiltrado nos traseiros da classe política, pode estar ligada a coisas tão horríveis como o narcotráfico. Isto é, nada de novo nesta terra do verde-oliva, um pouco amarelada, onde o mulhor que a política tem diz respeito ao imediatismo das denúncias e à sua ntensa publicitação, embora os mecanismos do Estado de Direito levem a inevitáveis atrasos. Pelo menos, por cá, existem efeicazes comissões parlamentares de inquérito que não decidem conforme as maiorias vigentes, transformando o corpo dos deputados num efectivo conselho de fiscalização do executivo….

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