Out 19

Pela Santa LIberdade! Eu, radical do centro, me confesso…

Vi e ouvi, entre as nove e as dez, de ontem, Nogueira Leite e Ângelo Correia. Subscrevo essa da necessária gestão das dependências, mas temo que nos tenhamos esquecido dessa essência da independência que, como dizia Herculano, sempre foi a vontade de sermos independentes.

 

Chegou a hora da verdade: a queda das máscaras destes gladiadores retóricos dos interesses instalados que vão acelerar o crepúsculo do regime, suspendendo a democracia.

 

Já nada é porreiro, pá! França e Alemanha preparam à pressa uma revisão do Tratado de Lisboa. Diante do mar da dita, afinal era só palha…São mais fáceis 27 ratificações na UE, do que a marcação de eleições gerais em Portugal. Apenas dependem da torneira do BCE…

 

Depois de mais uma homilia do grande criador de factos políticos e de mais uma encavacadela, em torno de um glorioso tabu, o socratismo meteu o principal partido da oposição na bolsa da impotência, onde o viagra dos cenários políticos os vai fazer submergir nas sombras doentias do crepúsculo do regime…

 

Por mim, estou de consciência tranquila: não votei PSD; não votei CDS; não votei Cavaco. Preferi fazer um contrato com quem sabe respeitar a palavra e está a cumprir o que prometeu. Continuo a não querer passar cheques em branco aos ditos porreiros pás, a comissões de honra de Belém e a comissários de Bruxelas.

 

Se eu fosse republicano, refundava o velho partido republicano. Se eu fosse socialista, cumpriria o modelo organizacional de José Fontana, invocava Antero e não me importava da coragem de ser minoria. E se ainda houvesse legitimistas da constituição histórica, todos seriam António Ribeiro Saraiva, aliados ao José Estêvão. Como sou liberal, seguirei Sá da Bandeira contra os cabrais. Há que resistir ao rotativismo, ao devorismo e à encenação final da vitória da casta banco-burocrática!

Out 19

o socratismo meteu o principal partido da oposição na bolsa da impotência

Depois de mais uma homilia do grande criador de factos políticos e de mais uma encavacadela, em torno de um glorioso tabu, o socratismo meteu o principal partido da oposição na bolsa da impotência, onde o viagra dos cenários políticos os vai fazer submergir nas sombras doentias do crepúsculo do regime…

Por mim, estou de consciência tranquila: não votei PSD; não votei CDS; não votei Cavaco. Preferi fazer um contrato com quem sabe respeitar a palavra e está a cumprir o que prometeu. Continue a não querer passar cheques em branco aos ditos porreiros pás, a comissões de honra de Belém e a comissários de Bruxelas.

Se eu fosse republicano, refundava o velho partido republicano. Se eu fosse socialista, cumpriria o modelo organizacional de José Fontana, invocava Antero e não me importava da coragem de ser minoria. Como sou liberal, seguirei Sá da Bandeira contra os cabrais. Há que resistir ao rotativismo, ao devorismo e à encenação final da vitória da casta banco-burocrática!

Os que usurparam o nome de oposição com a mentalidade situacionista de exploração da revolta que lhes é alheia, sempre podem encontrar um cantinho na mesa do poder e fazer coro com os donos do poder, chamando radicais e fundamentalistas aos que querem viver como pensam. Por mim, tomo partido. Se puder, alinho na greve geral. Prefiro Carvalho da Silva a Jorge Lacão.

Gonçalo Amaral teve a honra de ver o tribunal reconhecer-lhe a liberdade de expressão. Contra o politicamente correcto, participei na apresentação formal da revolta em Lisboa. O Estado de Direito recomeça a funcionar neste caso. Um abraço ao Gonçalo!

Vi e ouvi, entre as nove e as dez, de ontem, Nogueira Leite e Ângelo Correia. Subscrevo essa da necessária gestão das dependências, mas temo que nos tenhamos esquecido dessa essência da independência que, como dizia Herculano, sempre foi a vontade de sermos independentes.

Chegou a hora da verdade: a queda das máscaras destes gladiadores retóricos dos interesses instalados que vão acelerar o crepúsculo do regime, suspendendo a democracia.

Já nada é porreiro, pá! França e Alemanha preparam à pressa uma revisão do Tratado de Lisboa. Diante do mar da dita, afinal era só palha…São mais fáceis 27 ratificações na UE, do que a marcação de eleições gerais em Portugal. Apenas dependem da torneira do BCE…

Depois de mais uma homilia do grande criador de factos políticos e de mais uma encavacadela, em torno de um glorioso tabu, o socratismo meteu o principal partido da oposição na bolsa da impotência, onde o viagra dos cenários políticos os vai fazer submergir nas sombras doentias do crepúsculo do regime…

Por mim, estou de consciência tranquila: não votei PSD; não votei CDS; não votei Cavaco. Preferi fazer um contrato com quem sabe respeitar a palavra e está a cumprir o que prometeu. Continuo a não querer passar cheques em branco aos ditos porreiros pás, a comissões de honra de Belém e a comissários de Bruxelas.

Se eu fosse republicano, refundava o velho partido republicano. Se eu fosse socialista, cumpriria o modelo organizacional de José Fontana, invocava Antero e não me importava da coragem de ser minoria. E se ainda houvesse legitimistas da constituição histórica, todos seriam António Ribeiro Saraiva, aliados ao José Estêvão. Como sou liberal, seguirei Sá da Bandeira contra os cabrais. Há que resistir ao rotativismo, ao devorismo e à encenação final da vitória da casta banco-burocrática!

O parlamento está de parabéns, através de Paulo Mota Pinto. Tanto pela qualidade das prestações, como pela oportunidade do mediático. E a equipa da comissão deve ter custado bem menos do que essas agências de eventos para inaugurações e reinaugurações da propaganda decretina.

Belo manifesto anti-estatista. Inclui “socialism” e outros ismos do velho estadão e da sua herança absolutista, a começar pelo mercantilismo.