Out 29

FB

Estive ontem à noite na SIC, onde me declarei revoltado e enjoado com este jogo de
prognósticos, cenários e mais do mesmo para que atiram comentadore, politólogos,
financeiros e mais aves canoras. Tentei desafinar

Estas coisas das bases de dados são chatas. Lá suprem a falta de recursos de quem pretende
fazer jornalismo de investigação….

As aparências não iludem. Porque Passos Coelho, em Bruxelas, não se sentiu pressionado.
Porque Sócrates, em Bruxelas, não se sentiu pressionado. Porque o Conselho de Estado também
não é um grupo de pressão. Até porque Alberto João está retido em França, mas por causa da
falta de ligação aérea!

Quanto me enjoa o peso da razão de Estado em figuras humanas, sobretudo quando as fazem
estátuas egrégias ou obras completas de mui ilustres burocratas judiciosamente judiciando
sobre caracóis de contas ordenadas, ciclos e mexericos, com fardas ou medalhas assentes nos
palanques de uma história que já não há.

E lá vai Catroga, depois de horas a secar, sem pedidos de desculpa, juntar-se a quem disse
que ele disse mentiras. A quanto obrigas, senhor Interesse Nacional! Aconselho a releitura
da “Arte de Furtar”. E não é por acaso que essa obra prima da verdadeira politologia
continua a ser de autor anónimo…

Consta que o Conselho de Estado, em homenagem à cultura, vai ter, como música de fundo, “Os
Bravos”, de Zeca Afonso. Deixo em “comments” a letra protestada!

Acordo…última hora. Já não é preciso accionar o Plano B. E a nova vem antes da
comunicação oficial de Cavaco (Sic)

Presidente aconselhado falou. O que tem de ser tem muita força, mesmo que não seja o dever
ser. Até interromperam o relato do Benfica com o Paços Ferreira, num estádio que já não é
da Luz. Antes de o ser já o era, nesta dislexia verdadeira, sobre a qual alguns se
prenunciaram…

O que tem de ser, não se precisa empurrar. O que tem de ser, será. O que tem de ser feito,
tem de ser feito. O que tem de ser feito, tem de ser bem feito. O que tem de ser, não
precisa empurrar. O que tem de ser nosso, às nossas mãos vem parar. O que tem de ser, será.
O que tem de ser, tem mesmo de ser. O que tem de ser, tem muita força…Meros provérbios da
velha culpa luso-sebastianista, sem regressos de Alcácer…

O regime passa do interregno ao interlúdio da RTP, dos tempos da memória a preto e branco.
Falta a legenda clássica: “pedimos desculpa por esta interrupção, o programa segue dentro
de momentos”.

Quando nosso primeiro anda aos papéis, em pleno Pátio. sem ser dos bichos, apenas convém
saber se é permitido o uso dos telemóveis em pleno Conselho. A não ser que o rascunho venha
por GPS. Mas, pronto! A coisa já nasceu, talvez em cesariana lá das bruxas. Só no reino que
foi de Leopoldo é que o orçamento “belga”. De casa de ferreiro vem sempre espeto de pau…

Out 29

Quando nosso primeiro anda aos papéis

Quando nosso primeiro anda aos papéis, em pleno Pátio. sem ser dos bichos, apenas convém saber se é permitido o uso dos telemóveis em pleno Conselho. A não ser que o rascunho venha por GPS. Mas, pronto! A coisa já nasceu, talvez em cesariana lá das bruxas. Só no reino que foi de Leopoldo é que o orçamento “belga”. De casa de ferreiro vem sempre espeto de pau…