Os mercados não são deus nem o diabo, são mera epifania da ditadura dos factos…

Mais um dia de dívida e de dúvida, com a taxa abaixo dos sete, mas com menos de metade da procura, para os dos prós digam seu bem, e os do contra o inclinem. Nem jóia da coroa do marcelismo, a adse, se acabou por safar do fim da providência obrigatória. O seguro, afinal, morre de velho…

Os mercados não são deus nem o diabo, são mera epifania da ditadura dos factos…

Nosso baço fulgor é tão épico que apenas glorificam o ainda não estarmos em bancarrota…

 

 

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