Farpas de campanha

Vi e ouvi Passos Coelho. Tive a pachorra de ler o programa eleitoral e de o cruzar com algumas palavras de pesquisa. Comecei naturalmente pelo sector que conheço melhor, a universidade. É claramente conservador e tecnocrático face à herança gaga e bem podia ser o de um governo Cavaco. Por outras palavras, depende da leitura que dele faço o ministeriável, neste vira o disco e toca o mesmo.

Li e reli as excrescências bancoburocráticas dos herdeiros do Departamento Central de Planeamento, com calão anglo-saxonês, como se o governo fosse um projecto de PhD ou de mestrado, de universidade de férias para a terceira idade. O programa oposto é menos intragável, mas desconfio dos “agenda-settingueiros” do velho Secretariado da Propaganda Nacional.

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