literatura de justificação da extorsão estadualista

Dizem alguns dos “istas” de uma dessas mentiras que servem de literatura de justificação da extorsão estadualista que os governos nos podem continuar a cobrar a vida, outrora em soldadinhos, agora em impostos de emergência nacional. Continuam as tretas. Como dizia Pessoa, o Estado pode estar acima do cidadão, mas o homem está acima do Estado. Cumpre resistir à música celestial dos ideologismos.

Segundo consta, está a preparar-se uma revisão constitucional, visando eliminar o papel-moeda e as próprias moedinhas. Vai ser tudo electrónico e detectado com um chip instalado no corpo de cada cidadão. Várias multinacionais de cartões parecem interessadas no lançamento dessa novidade universal que resolverá para sempre o grave problema da fuga ao IVA, dos biscates e da economia paralela. O novo chip já tem nome: o gasparómetro…

O diabo são sempre os detalhes do inferno das boas intenções, tal como o raio dos impostos do bom e velho Estado. Pim

Quero agradecer aos Estados estes decretos que, ao alterarem a hora, antes do solstício de Inverno, nos concedem mais uma hora. Ao menos sempre nos dão alguma coisa. Mesmo que nos venham a tirá-lá, daqui a seis meses…

Cada um tem sempre a sua nesga. O mundo sempre foi a consequência do que sete mil milhões de endividados vêem de borla. Mas muitos precisam de ser despertados, para que abram os olhos.

A Irlanda entrou em contraciclo… Contra as sondagens, escolhe um activista de ideias que acumula com a poesia e a liderança de um clube de futebol. Ao que consta, ficou farta de merceeiros de sucesso, de bancários aposentados e de outras receitas estafadas. Viva o celta Michael D. ..

Está um dia de sol feliz para darmos longos passeios ao domingo. Como não pode ler-me a quem escrevi e nos escrevi, fico contido. Fica a cumplicidade eterna de um beijo de alma. O resto que importa? Haverá sempre dias de sol que não esquece. Por isso me disfarço por entre a gente de quem sou parcela.

Todos nós pensamos que vivemos no mesmo tempo, quando um tem o seu próprio tempo que pode não rimar com o tempo daqueles com quem podemos coincidir. E o tempo apenas muda quando o tempo que temos deixa de ser o tempo que pensamos não ter. Todos ainda podemos refazer o novo mundo que ficou por descobrir. Basta não perdermos o encanto de o continuar a procurar.

O mundo tem notícias explosivas: amanhã a humanidade vai atingir a bela soma de sete mil milhões de seres que nunca se repetem; hoje dizem que um quarto dos senhores deputados portugueses, têm a representação parlamentar da nação como segundo emprego. O macro e o micro. A armilar e o quintal. O presidente o o nosso primeiro podem estar na cimeira ou na cúpula do Paraguai, aqui somos excitados pela casa dos segredos e imaginamos sessentões transformados em milionários feitos pistoleiros. Estamos todos doidos.

 

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