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	<title>José Adelino Maltez &#187; Banca</title>
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	<description>Breviário de um repúblico.</description>
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		<title>Da austeridade sem dor, ou as formas como o estadão nos vai à conta</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 09:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamaltez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Casta banco-burocrática]]></category>

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		<description><![CDATA[E lá vão saindo a conta-gotas, tentando a austeridade sem dor, as formas como o estadão nos vai à conta. A propaganda lá pinta de furto o clássico roubo, transformando em bom ladrão em Robin Wood, com música celestial e &#8230; <a href="http://jose.adelino.maltez.info/2010/10/4003/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E lá vão saindo a conta-gotas, tentando a austeridade sem dor, as formas como o estadão nos vai à conta. A propaganda lá pinta de furto o clássico roubo, transformando em bom ladrão em Robin Wood, com música celestial e holofotes de tempo de antena, como nas chamadas conversas em família, emitidas do palácio de sempre&#8230;</p>
<p>E lá vão saindo a conta-gotas, tentando a austeridade sem dor, as formas como o estadão nos vai à conta. A propaganda lá pinta de furto o clássico roubo, com muita música celestial e vistosos holofotes de tempo de antena, como nas defuntas chamadas conversas em família do mais do mesmo&#8230;</p>
<p>O processo comemorativo em curso, para além de literatura de justificação do situacionismo e de fundamento subsidiológico para uma historiografia oficiosa, de quase livro único, revela a hipocrisia de não homenagearmos a coragem de insolentes como Machado Santos ou Paiva Couceiro&#8230;</p>
<p>‎84 dos 115 governantes passaram-se para a banca, naquilo que já Antero de Quental qualificava como casta banco-burocrática do devorismo. Resta acrescentar à lista os das reformas douradas que vão acrescentando acumulações ou caçando subsídios privilegiados para o respectivo pecúlio. Muitos ainda emse arvoram paladinos da moralidade e da ética republicana, como nas chefaturas dos primitivos actuais&#8230;</p>
<p>As autoridades de saúde pública deveriam interditar que os velhos delegados de propaganda médica continuem a embrulhar, em banha de cobra, gatos cor-de-rosa que se dizem lebres. Passa-lhes mesmo pela cabeça que alguns os vão engolir&#8230; Seria melhor contratarem os figurantes pagos pelo estadão para os aplaudir, como o vão fazer no largo do município, na terça-feira, à falta de povo&#8230;</p>
<p>‎&#8221;O primeiro ministro tomou estas medidas porque foi altamente recomendado pelas autoridades da União Europeia, porque se não fosse assim não as fazia.&#8221; Informação de Mário Soares, recordando-se de outros tempos&#8230; e avisando Passos Coelho que deve estar a receber as mesmas recomendações bem filipinas.</p>
<p>Vi o comentário de Nogueira Leite à segunda conversa em família de um reputado político-mor desta praça. Sublinho a insinuação sobre Barroso e a eventual renovação do &#8220;porreiro, pá&#8221;, em nome da reeleição de um outro político ainda mais mor. Infelizmente, não comemos propaganda e lá continuaremos de tanga à espera dos surfistas madrilenos que nos visitarão de TGV&#8230;</p>
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