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	<title>José Adelino Maltez &#187; Brigada do Reumático</title>
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	<description>Breviário de um repúblico.</description>
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		<title>Marca Salazar</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 12:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamaltez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://a6.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/p480x480/424155_10150673317851182_836546181_9234491_729574035_n.jpg" alt="" /></p>
<p>A notícia da tarde é essa, vinda de Santa Comba, a dos vinhos da &#8220;marca Salazar&#8221; que podem voltar a &#8220;dar de comer a um milhão de portugueses&#8221;. Por acaso, em Coimbra, terra natal de Álvaro Cunhal, em vez de vinhos, podem ser morangos &#8220;marca Cunhal&#8221;. No Porto, tripas &#8220;marca Pinto da Costa&#8221;. E em Boliqueime, passas &#8220;marca Cavaco&#8221;. Até Portugal pode transformar-se numa república &#8220;marca Passos&#8221;.</p>
<p><img src="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/p480x480/421947_10150673332721182_836546181_9234531_1626516211_n.jpg" alt="" /></p>
<p>Para compensar a imagem de cima, o anti-Salazar &#8220;em flagrante de litro&#8221;.</p>
<p><img src="http://a7.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc7/p480x480/427749_10150676867311182_836546181_9246007_2092643059_n.jpg" alt="" /></p>
<p>Ensino &#8220;marca Salazar&#8221;. É ser catedrático, sem nunca ter feito doutoramento, aproveitando o buraco de um dos decretos extraordinários da I República. E depois ser o paradigma de uma pretensa república de catedráticos. A música celestial continua. Ninguém discute o que Sua Excelência o Senhor Presidente do Conselho decreta como Deus, como Pátria e como Família. Reumático apenas brigada e a Veneranda Figura empolga! Eles andam por aí e todos os engraxam.</p>
<p>E continuam a ser nomeados. Por convite. Porque há uma regra que permite, por favor do dono, escapar à regra. Felizmente, não há almirantes convidados nem generais convidados. Mas os almirantes e os generais adoram ser convidados.</p>
<p>Não sabem é de uma fábricas em Espanha que os reciclam para exportação, com rótulo e tudo. Mesmo alguns que aqui chumbaram. Depois, apenas são objecto de registo. A fábrica já funcionava nos tempos de Franco. A convite. Por acaso, a vontade colonizadora era a mesma. E quanto mais dóceis, melhor!</p>
<p>Eu até conheço um que daqui foi expelido por plágio. Foi a &#8220;nuestros hermanos&#8221;, voltou registado e passou a director e administrador de empresa de meios estaduais. Ainda vai a ministro da educação. Ou das finanças.</p>
<p>Os &#8220;camaradas&#8221; batem nas costas uns dos outros e solidarizam-se. Por esta e muitas outras é que ficámos em nevoeiro. Sem rei nem lei.</p>
<p>Depende tudo da interpretação autêntica que dela faz o príncipe, o velho, o novo que é velho e o novíssimo que é sempre o mesmo.</p>
<p><img src="http://a3.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/p480x480/432203_10150676887721182_836546181_9246039_1034523329_n.jpg" alt="" /></p>
<p>Economia &#8220;marca Salazar&#8221;. É sermos controlados pelo &#8220;tertium genus&#8221; da economia mística, de uma economia privada que não é economia de mercado e que, para evitar a concorrência, em nome dos centros de decisão nacional, estabelece um &#8220;gentleman&#8217;s agreement&#8221; com o príncipe, transformado em feitor das forças vivas.</p>
<p>Os donos do poder: a Sociedade Francisco Manuel dos Santos, o maior accionista da Jerónimo Martins, propôs o nome do economista António Borges para o conselho de administração da dona do Pingo Doce. O alto-comissário das privatizações será deslocalizado para a casa otomana, em Pristina, no Kosovo, entretanto rebaptizada como Horta Seca, utilizando o SMS para contactos com o primeiro-ministro.</p>
<p>Eles sabem tudo e não deixam nada para a comissão parlamentar de inquérito às relações sérvio-albanesas.</p>
<p><img src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/p480x480/428602_10150676892986182_836546181_9246048_421612470_n.jpg" alt="" /></p>
<p>Defesa e segurança &#8220;marca Salazar&#8221; é desfilarem um quarto de hora antes de estarmos mortos, dizendo que ainda temos um quarto de hora de vida. Na altura ainda não havia a geração viagra.</p>
<p>&nbsp;</p>
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