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	<title>José Adelino Maltez &#187; Corrupção</title>
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	<description>Breviário de um repúblico.</description>
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		<title>As comadres e o quintal</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 14:22:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamaltez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>

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		<description><![CDATA[Se a nossa política largasse as comadres e o quintal, sempre poderia comentar este desafio civilizacional: &#8220;En Chine, qui est le cinquième pays au monde dans le bonheur, le salaire moyen d’un Chinois est 10 % du smic et ils &#8230; <a href="https://jose.adelino.maltez.info/2011/01/as-comadres-e-o-quintal/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se a nossa política largasse as comadres e o quintal, sempre poderia comentar este desafio civilizacional: &#8220;En Chine, qui est le cinquième pays au monde dans le bonheur, le salaire moyen d’un Chinois est 10 % du smic et ils sont heureux.&#8221;</p>
<p>Corrupção é simplesmente um processo de compra do poder. Do poder em sentido amplo. De compra e venda também em sentido amplo. Não apenas com dinheiro. Mas sempre a um detentor de poder. Não se confunde com o que está plasmado nas leis penais. É como o &#8220;dopping&#8221;, está sempre adiantado mentalmente aos criadores de vírgulas&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 24 de Abril de 1998, na primeira tentativa de introdução em Portugal da &#8220;Transparency International&#8221; abordei directamente e nestes precisos termos a matéria da corrupção. O meu conceito é o do politólogo russo Serguei Kurguinian. Aqui deixo o rasto do texto:</p>
<p>Da falta de autenticidade ao processo de compra do poder</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Entre os processos normais de influência junto dos detentores do poder, levados a cabo pelos grupos de interesse e pelos grupos de pressão, há uma especial forma de pressão chamada corrupção, onde se influencia decisivamente o detentor de poder, utilizando formas de compra, directas ou indirectas, de maneira que o político desaparece ressurgindo o atavismo do doméstico, quando o Estado passa a ser gerido como se fosse uma casa, quando o príncipe volta a ser um dono ou um pai, esquecendo-se que deve obediência a formas de justiça distributiva e social e que, nos negócios públicos, não pode introduzir a privatização da justiça comutativa&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se alguma boa alma quiser amplas sugestões de investigação politológica quanto a matérias de privatização do público, poderemos começar por muitas zonas da própria universidade pública. Mas não aconselho a via, sobretudo para quem pretenda ser subsidiado&#8230; Bastava enumerar os grupos de interesse e os grupos de pressão&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há valores. Há uma ampla maioria de pessoas que opta pelo ser em vez do ter, mas as minorias activas manipulam. Como se o PGR tivesse que estudar grupos de pressão e grupos de interesse&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É matéria para a ciência com coragem e disposta a pagar o preço dos homens livres, &#8220;livres da finança e dos partidos&#8221;, como era lema de uma revista de 1925, federando seareiros e integralistas&#8230;Não chegou a tempo de evitar o bloqueio da ditadura&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Infelizmente, até houve seareiros e integralistas que entraram no desespero de apoio à ditadura semeada pelas forças armadas que, tambem felizmente, nos devolveram a liberdade quando regressaram aos quartéis, depois do 25 de Novembro de 1975</p>
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