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	<title>José Adelino Maltez &#187; Eleições</title>
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		<title>Portugal em contraciclo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 17:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamaltez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os resultados eleitorais são meras consequências do paralelograma das <em>forças vivas</em> que nos pressionam, onde o <em>estadão</em> da partidocracia continua a desertificar a velha democracia da sociedade civil.  Mas quem sair da endogamia partidocrática desta <em>jangada de pedra</em> e ousar compreender o todo da gestão de dependências e de interdependências, pode concluir que os principais factores de poder que a presente <em>governação sem governo</em> tem de gerir  já não são maioritariamente domésticos.  Entrámos definitivamente em contraciclo, não tanto por questões ideológicas, mas antes porque nos resignámos face ao instinto de crescimento do poder deste  <em>estado a que chegámos</em>, a que a não-direita chama esquerda, e a que a não-esquerda justifica com o keynesianismo de timbre salazarento, mas que, afinal, não passa de um um mero <em>piloto automático</em> que não nos deixa mudar de rota. Esta é a pesada herança de um capitalismo clientar e fidalgote que nos veio do mercantilismo, gerando-se esta economia privada que tem medo do risco e do mercado, enquanto prossegue a <em>desinstitucionalização </em>dos grandes corpos da <em>democracia consociativa</em>, que o discurso ministerialista chama de <em>corporações</em>. Falhando a imaginação e coragem da <em>pilotagem do futuro</em>, não é possível uma estratégia de patriotismo científico, capaz de nos fazer flexível  <em>estrada boiante,</em> como eram as naus de outrora, as que fizeram de Portugal o porto de uma Europa que quis abraçar o mundo.</p>
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