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	<title>José Adelino Maltez &#187; Esquerdas</title>
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		<title>Das tradicionais formas de sermos imbecis&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Nov 2011 18:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamaltez</dc:creator>
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<p><img src="http://img209.imageshack.us/img209/34/gasset9dp.jpg" alt="" /></p>
<p>A Europa dos partidos e das cores políticas é dominada por duas grandes multinacionais partidárias: a do PPE (onde estão PSD e CDS) e dos socialistas (do nosso PS), dita agora progressista. A terceira grande força, a dos liberais, não tem representantes em Portugal. seguem-se conservadores, verdes, vermelhos (esquerda europeia unida dos nossos PCP e BE) e populistas, que quase todos dizem de extrema-direita. Um mosaico de representantes de representantes que correm o risco de não nos representarem. Por cá, somos dominados pelos bonzos das duas principais multinacionais, não há liberais, há representantes da sexta força, a dos canhotos, e não há endireitas da extrema-direita. Isto é, a nossa representação nacional ainda é menos representativa. Por cá, a direita e a esquerda são mais formas tribais do sindicato das citações mútuas, onde a esquerda não costuma ler o que a direita escreve e a direita diz que não é de direita, para ser a direita que convém à mistura de socialismo catedrático e direita dos interesses que, com Cavaco e Sócrates, se autoqualificou como esquerda moderna. Poucos tiveram a coragem de esquerda de se dizerem de direita, bem como a coragem de direita de se dizerem de esquerda. Por isso, longe de tal hemiplegia, prefiro ser um radical do centro excêntrico, que é uma forma de não ser de esquerda e de não estar à direita, porque até muito da actual esquerda está mais à direita do que eu, que sou contra os fantasmas de direita e os preconceitos de esquerda. Sou um velho liberal que lhes faz o gesto do Zé Povinho. Ainda ontem, num debate público televisivo, concordei com Boaventura Sousa Santos. O que importa, agora, é salvar a democracia e discutir, depois, a esquerda e a direita. Apenas acrescentei que os mercados nunca foram adeptos ou adversários da democracia, e o que precisam é de ser domados pela política, através de velhos e novos centros que os reduzam ao espaço pré-político da casa (oikos dos gregos, donde veio economia), onde há donos (de domus e dominus, em latim, onde há apenas patrões). Um dos que falta é a Europa política, como democracia de muitas democracias. Não cheguei a dizer que nos falta um verdadeiro governo de emergência nacional, aumentando o espaço de apoio da aritmética parlamentar e começando a conjugar a necessária geometria social. Porque podemos entrar em contraciclo. Primeiro, a democracia. Depois, as direitas e as esquerdas. Para não sermos imbecis. &#8220;Ser de izquierdas es, como ser de derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil: ambas, en efecto, son formas de la hemiplejia moral… &#8220;(José Ortega y Gasset, 1937)</p>
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		<title>O país mais à esquerda da Europa, o nosso</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2005 20:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jamaltez</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Esquerdas]]></category>
		<category><![CDATA[Homens de sucesso]]></category>

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<p>O país mais à esquerda da Europa, o nosso, onde começa a tornar-se preocupante o consumo de antidepressivos e antibióticos pelos que daqui não podem escapar, para poderem ser portugueses à solta, parece ter jornais que se preocupam em estabelecer a lista dos mendistas, menezistas, portistas e monteiristas, por causa dos cavaquistas, santanistas, barrosistas, freitistas e adrianistas, bem como de outras faunas e &#8220;troupes&#8221; da nossa fragmentária e feudal decadência. Se continuarmos a feudalizar-nos em contabilidades suicidas de quem trocou os princípios pelo neo-maquiavelismo dos pretensos homens e mulheres de sucesso; se continuarmos a não reparar como as modas do pimba, depressa, passam de moda, mesmo em tempo de saldos político-mediáticos, culturais ou morais, até poderemos assistir a novos programas televisivos com uma grande mesa dos comentadores teológicos sentados à volta do memorial do convento a comentar Maria Madalena, assim se demonstrando como o serviço público da RTP não sabe encontrar em Portugal suficientes universitários isentos de eclesiasticismo que sejam especialistas no simbólico e que possam cumprir a exigência de pluralismo que é imposta pelo conceito de serviço público. Isto, na terra de Fernando Pessoa, do Padre António Vieira e da Ordem de Cristo. A Santa Inquisição fez os seus efeitos.</p>
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