Bisogna amare così tanto Dio per capire come sia necessario il male

A antiga bandeira do desenvolvimento empaturrou-nos de betão, rotundas, estátuas e placas inaugurativas. Agora deviam ter faixas que explicitamente nos mostrassem qual a percentagem que cada um dos futuros vai pagar pelos colossais planeadores do vivório e foguetório do eleitoralismo. Se há uma zona de Portugal onde mais forte foi a economia privada das empresas de regime, mas sem economia de mercado, graças ao intervencionismo do protectorado dito público, esse foi o da social-democracia madeirense, o paradigma da desorganização do político pelo populismo e pelo primado do executivo da personalização do poder. Assim, as parangonas já não são sobre espiões, mas sobre buracos antigos que nunca os arquivistas da contabilidade alguma vez registaram: “também Jesus Cristo não percebia nada de finanças, nem consta que tivesse biblioteca”. É verdade, mas também não pregava o ódio contra inimigos imaginários nem era abençoado pelos sacerdotes das antigas crenças.. “O que se passou desde 2004 na Madeira é uma irregularidade grave, que não tem compreensão”, afirmou Passos Coelho, algures no Contenente, quando procurava defenestrar o que lhe entrava pelo tecto das traseiras… Por menos do que isso, rolou no voto outro artista português… “Bisogna amare così tanto Dio per capire come sia necessario il male”

Comments are closed.