Ago 10

Nostalgia pelo bem. Política de campanário

Quando a política de campanário nos vai fragmentando em facciosismos e pequenas zangas de comadres, onde não faltam os potentados dos pequenos e velhos padrinhozinhos. Quando o futuro se confunde com cinematográficos regressos ao passado e quase todos se diluem na procissão carneiral dos colectivismos morais, importa reparar que à míngua de pátria é o povo comum que começa a perder a vontade de sorrir. Quando é a esperança colectiva que vai definhando, face à falta de sentido cívico e ao vazio de justiça, começamos a notar que surge uma sociedade de porcos-espinhos, onde em vez do individualismo da criatividade pessoal e das boas sociedades de egoístas, começa a marcar ritmo de desespero o “vê se te avias” e a moral do sapateiro de Braga, onde tanto não há moralidade como ninguém come nada. O próprio discurso sobre o bem comum foi esfacelado e usurpado por vendedores de banha da cobra que o encomendaram aos assessores honestos que recrutaram no mercado do proletariado intelectual. Os tais para quem a moral é uma lei que eles impõem aos outros, mas de que se pensam dispensados pela graça do poder, esquecendo-se que não podem invocar tais normas de autonomia os que são exemplos de falta de autenticidade. E não nos parece que os anunciados candidatos à reflexão presidencial tenham suficientes saudades de futuro para provocarem o urgente acordar deste nebuloso letargo em que nos vamos enrodilhando. Este profundo estado depressivo em que nos deglutimos nada tem a ver com as tensões do tudo e do seu nada de anteriores crises colectivas, quando a alma colectiva ainda não era pequena e nos entusiasmavam os sonhadores activos. Agora, vive-se uma espécie de definhamento com barriga cheia e luxo à farta, com que vamos alimentando a ilusão de ainda sermos uma comunidade nacional. Neste ambiente circense, onde as montras das principais estações televisivas exploram de forma indecorosa a miséria alheia, como se viu na espectacularização do drama dos incêndios, surge também a episódica ilusão da sociedade de casino, nesta loucura de muitos pensarem que podem ser aleatórios milionários, nunca reparando que quem ganha é sempre o dono da roleta. Não se vislumbra no horizonte um qualquer indisciplinador colectivo que nos liberte da modorra decadentista em que vamos quase vegetando. Quando a justiça e o consequente princípio da igualdade pelo mérito, conforme a democracia evangélica e a ética republicana, deixam de ser as chaves da abóbada social, por mais paredes que se ergam em “outsourcing”, nunca a casa conseguirá completar-se em harmonia, mesmo que seja a das capelas imperfeitas.

Ago 08

Intelectuais. Neofeudalismo. Servidão voluntária

Faço parte daquela imensa maioria de portugueses que estão cansados do gato por lebre em que se tem partido o ritmo da participação política desta democratura. Com efeito, os ínvios caminhos da servidão voluntária que vão esmagando os canais da democracia representativa, principalmente a nível da partidocracia, a nível de grandes, médios e pequenos, incluindo os pequeninos que querem fazer o jogo dos velhos e grandes, impedem que todos os que conhecem de forma experimentada ou científica os meandros do poder, principalmente quanto à face invisível da políticam estejam dispostos a aturar as sucessivas barreiras de falta de autenticidade, protagonizados pelos homens, mulheres e jotas do aparelhismo vigente. Está em causa a proibição do prazer da missão cívicam o sentido de enraizamento cultural e a própria criatividade individual. Tanto têm culpas os arquitectos do sistemismo vigente, desde os constitucionalistas aos ordinários legisladores, como os sucessivos executivos da máquina, porque todos foram transformando as mesmas em rotinas degenerativas. Já não temos apenas a velha corrupção do negocismo, onde abundam os jagunços e patos bravos, esses que foram ocupando, anos a fio, os interstícios do aparelhismo, mas também a própria corrupção dos ditos intelectuais, incluindo os que fazem discursos contra a primeira forma de corrupção. Surgiu, com efeito, uma casta de “intelectuários” que deram corpo a uma nova forma de “intelligentzia”, esse pretensa nova classe que se assume como uma espécie de clube fechado, onde abundam os que, sem carreira de legal “cursus honorum”, mas com todo o carreirismo, vivem endogamicamente na subsidiodependência desse sindicato de citações mútuas que elevou a cunha  ao requinte dos clubes de reservado direito de admissão. Uma zona que não é passível de análise pelas velhas lentes da teoria da conspiração, onde tudo se continua a explicar pelas invocações protectivas dos maçons e “opus Dei”, dado que talvez importe detectar outros modelos de feudalização, bem mais eficazes.  Julgo que está fundamentalmente em causa o medo que muitos sentem pelo abismo do proletariado intelectual, num país onde ninguém consegue viver dos produtos do respectivo pensamento, do literário e artístico ao científico. Basta notarmos as bichas do encómio que notáveis artistas, homens de letras e jornalistas fazem às portas de certas fundações e de outros locais de distribuição da prebenda, coisa que afecta o próprio sistema público de financiamento da chamada investigação científica, onde ninguém avalia os avaliadores oficiais. Basta notar como muitos têm transformado a zona das ciências sociais e humanas e novas formas de ciências ocultas, principalmente quando gente nomeada partidariamente se deixa enredar nas teias da sedução de certos pretensos gurus de mão bem sujas, nomeando-se gente sem curriculum apenas por fidelidades pessoais, alguns dos quais sem um único grau de suor na área onde distribuem tostões. Quando a influência da despudorada partidarite afecta a nomeação de altos gestores da banca do Estado e da própria investigação científica, não é de estranhar que o favoritismo e o nepotismo ocupem escalões dos pequenos poderes autárquicos, empaturrando esta feira das vaidades em que se tornou a senhora dona política, de um Portugal cada vez mais sujeito às golpadas dos influentes do nosso terceiromundismo mental, desses que se fazem Mecenas com os dinheiros públicos. Contudo, tudo se disfarça no higiénico de um qualquer relatório tecnocrático e no discursos de requentadas abstraccionices de pretensos pais da pátria, da ciência, da cultura e da universidade, os quais irão, dentro de meses marcar as comissões de honra das candidaturas de outros mais altos pais da pátria, neste neofeudalismo que marca a presente desorganização bem organizada pelo interesseirismo.

Ago 07

Quando o país, dito profundo, se vai ardendo

Quando o país, dito profundo, se vai ardendo, com dezenas de “ignições” ditas por negligência e as belas metas dos frescos e formosos montes passam a colinas calcinadas e a montes calvos de cinza, a revolta defensiva das populações, com mangueiras e ramos verdes, em vez de chuços e sachos, se mostra ineficaz para defender a terra, eis que os ministros que não andam nos safris, sempre interrompem suas férias e enfrentam bronzeadamente as câmaras e os microfones, usando as palavras contidas politiqueiras da promessa que para o ano é que é e que afinal podia ter sido pior, dado que as casas queimadas até serão repostas graças ao crédito que foi imediatamente aberto bonificadamente pelo senhor ministro das finanças. A classe política anda mais preocupada com os efeitos do mensalão e com a nova gestão dos nacionalizadamente nossos daquilo que foi a caixa e agora é a Santa Casa misericordiosa do Bloco Central, onde até as mulheres de outros banqueiros podem ser consultoras culturais, nesse circunspecto sindicato dos gestores das arcadas, dado que neste país, seguindo um dito de Afonso Costa, continua a haver muitos pés e poucas botas, abundando ex-ministros e ex-deputados de pé ao léu, porque são mais os “boys” do que os “jobs”, face a essa imensa fauna de assessores, adjuntos e amigos de escola que cirandam e circundam feudalmente os raros nomeados, nomeáveis e cunháveis dessa casta banco-burocrática, como Antero de Quental chamou aos rotativos da Regeneração.  Tal como antes Garrett denunciou os barões do devorismo e, depois, Oliveira Martins clamou contra os influentes, quando os chefes dos regeneradores e dos progressistas se substituíam mutuamente na gestão do Crédito Predial. Coisa que não acabou com as companhias da I República e que se perpetuou com os administradores por parte do Estado durante o salazarismo, nessa eterna caça ao tacho e de criação de estados dentro do Estado, onde o venha a nós o vosso reino transforma a política na suprema pulhítica. A falta de autenticidade da chamada “pantouflage”, que faz, da casta banco-burocrática, a almofada para o desemprego dos políticos profissionais, se não é inédita, dado que existiu noutros momentos da nossa história e se nota noutras realidades políticas dos tempos que passam, torna-se mais caricata nas presentes circunstâncias portuguesas, abrangendo tanto entidades bancárias privadas, como até espaços ditos culturais das fundações, amplamente subsidiada pelos poderes públicos, para não falarmos dos sacos de subsídios de certos gabinetes ministeriais, mais propícios à avença e à consultadoria técnica.

 

Ago 05

A ciclíca consequência dos dramáticos incêndios de Verão

A ciclíca consequência dos dramáticos incêndios de Verão tem a ver com a principal vaca sagrada do presente sistema político-partidário, político-económico e político-social: aquela estúpida ideia de modernização de Portugal, assente num absurdo conceito de desenvolvimento que nos fez macrocefalizar no litoral e desertificar no interior. Um modelo que, usado pelos governos de centro-esquerda e de centro-direita, na pós-revolução, a fim de liquidarem a ameaça comunista, até recebeu algum impulso estratégico dos que pensaram que também assim melhor nos poderíamos defender de Espanha. Quem se der ao trabalho de fazer uma análise diacrónica de tais trágicos eventos, comparando os sempiternos discursos ministeriais sobre os repetidos acontecimentos, poderá, sem dúvida, compor mais um desses líricos discursos sobre o nosso amargurado destino, fazendo-os acompanhar com os trinados faduchos da inevitabilidade. Se arde, em cada Verão, uma floresta do tamanho do grão-ducado do Luxemburgo, se as chamas devoram casas e ameaçam aldeias, vilas e cidades, matando portugueses e lançando cinzas sobre o turismo algarvio, não é a natureza que, naturalmente, arde. Pelo contrário, destrói-se algo que os homens portugueses acrescentaram ao cru do naturalístico, arde um bom pedaço do nosso corpo cultural, daquilo que cultivámos sobre os campos, através dessa arte, dessa ciência e desse amor, a que outrora chamávamos agricultura e que, agora, parece só ter um ministério. Arde grande parte do resultado do esforço de fomento agrícola do liberalismo da segunda metade do século XIX. Daquele esforço de povoamento florestal em que se irmanaram regeneradores e históricos e, depois, republicanos e salazaristas. Arde a memória desse ilustre director-geral de agricultura, chamado Rodrigo Morais Soares que, em nome do partido dos agrocratas, mobilizou um plano integrado a que até chamou literatos de renome e crença, como Alexandre Herculano e João de Deus. Com efeito, foi apenas a partir da Regeneração que se transformou grande parte de um país, que era de montes claros ou calvos, em formosas matas, apesar de se usar um tipo de arvoredo pouco adequado às nossas condições edafoclimáticas. Basta assinalar que até foi já no século XX, de acordo com o sonho de Azevedo Gomes, que foi semeado o Parque de Monsanto. O país continua a arder porque abandonámos, da agricultura, os princípios das projectadas leis de fomento agrário de Joaquim Pedro Oliveira Martins e Ezequiel de Campos, optando pela suicida perspectiva dos desenvolvimentistas que comandaram o processo de integração na CEE. Uma tendência bem simbolizada pelos ministros Cardoso e Cunha  e Álvaro Barreto que, se desmantelaram a Reforma Agrária, tentaram colocar os agrários na caça aos subsídios da CEE e mandaram os camponeses para as periferias urbanas, para que se propagassem fábricas de cogumelos ou plantações de eucaliptos. Nessa altura, Gonçalo Ribeiro Teles era um desses loucos ecologistas que pregava no deserto de ideias, enquanto os tecnocratas dos fumos de chaminés, os especialistas em engenharia financeira, os planeadores do betão e os criados das multinacionais nos iam transformando em terra de ninguém, passando dos governos presidenciais para os governos da AD e, destes, para o do Bloco Central, enquanto nos intervalos abichavam tachos em empresas públicas e quase monopolizavam o sistema de consultadoria da integração europeia, do desenvolvimento regional e do apoio às autarquias. Em nome destas falsas ideias, passámos a ser dominados pela demagogia discursiva das excelências ministeriais, dessas figuras de estadão que, paradoxalmente, ao som do hino da Maria da Fonte, costumam visitar os povos, com guardas de honra bombeirais. Não reparámos que uma das nossas especificidades tem a ver com o facto de, em termos de mata, sermos o país mais minifundiário da Europa. Com mais de meio milhão de proprietários florestais, e menos de dez por cento do país cadastrado, quase todos nós temos o nosso pedacinho de pinhal lá na santa terrinha, o sustento que serviu para a compra de um andar peri-urbano, bancariamente hipotecado, que se vai saldando com um trabalho burocrático no sector dito dos serviços. Daí que a racionalização da floresta passe pelo conflito com o individualista direito de propriedade, onde só através de um renovado plano de emparcelamentos poderemos permitir a criação de condições para um adequado ataque aos incêndios. E basta recordar como, por ocasião de outros grandes fogos, falharam estrondosamente planos ministeriais europeizados, inadequados às condições sociais. Aliás, é mais fácil a expropriação dos latrocínios do que a cooperação da terra livre, através da criação de zonas de contiguidade que possam ultrapassar os apetites urbanizadores do construtivismo imobiliário. Outrora, as matas integravam-se num certo ciclo económico que garantia uma exploração mais ou menos racional, quando os padeiros, dos fornos a lenha, até pagavam aos proprietários para limparem as respectivas matas, numa altura em que, nas aldeias e vilas, ainda vivia uma elite nacional e uma população activa que mantinham um certo equilíbrio com a paisagem do Portugal dito profundo. Continua a doer que muitos não entendam que esse Portugal da terra livre, sem morgadios e sem direitos feudais, esse Portugal bem retratado por Júlio Dinis, foi uma das principais conquistas do nosso liberalismo monárquico, nada tendo a ver com o plurissecular ancien régime. É esse Portugal de um campesinato livre que continuamos a destruir impunemente, para nos transformarmos num bando de subsidiodependentes que têm que agradecer aos ministros dos reformados, aposentados e medalhados, esses auto-convencidos demagogos, que, distribuindo moedinhas, tentam comprar o voto. Se não optarmos por outro modelo de desenvolvimento, Portugal continuará a arder. E todos voltaremos a ser incendiários e bombeiros, ao mesmo tempo, dado que, cobrindo com as cinzas da demagogia, as brasas não apagadas da revolta, continuaremos dependentes do inevitável acaso de um qualquer novo sopro que as faça reacender. Julgo que não mudaremos apenas prometendo que a Polícia Judiciária irá dar caça aos incendiários com dolo. Porque continuam livres os incendiários da mera negligência, incluindo os tais que prometem livros brancos e novos planos para a racionalização das florestas, quando, dentro do actual sistema, todas as promessas de recuperação das matas são economicamente inviáveis. Limpar o espaço de mais de meio milhão de proprietários custaria não sei quantos orçamentos de Estado. Obrigar todos eles ao cumprimento da lei das limpezas, obrigaria a que mobilizássemos para o efeito as próprias forças armadas. Basta fazermos contas ou experimentarmos. Julgo que só é possível mudarmos este país peri-urbano se retomarmos o conceito medieval do povoamento, através de um novo processo de sesmarias. Só quando rasgarmos as receitas estafadas do desenvolvimentismo urbanóide e litoralesco, dos que, nas horas de lazer, em vez de tratarem das hortas, gostam dos campos de golfe à beira mar, é que podemos mudar as coisas profundas. Talvez devêssemos optar, por algumas medidas mais radicais, como por exemplo extinguir a própria capital do país, através de um processo gradual que mudasse alguns dos centros do poder instalados em Lisboa para o país interior. Primeiro, com a mudança de alguns ministérios para Mafra, Santarém, Abrantes, Évora e Setúbal, criando uma coroa de ligação ao corpo nacional. Depois, com a mudança da sede do poder judicial para um grande centro nacional de ensino jurídico, como é Coimbra. Em terceiro lugar, com o transporte do parlamento para o Porto. Finalmente, com o Presidente da República a ficar em permanente regime de presidência aberta, retomando o sistema de aposentadoria do rei medieval. Esta loucura reformista, visando liquidar o concentracionarismo jacobino e o respectivo modelo desenvolvimentista, permitiria que o predomínio de certa burguesia, em aliança com os aristocretinos, pudesse ser comprimido, suscitando-se o regresso a algumas daquelas virtudes camponesas que nos deram a fibra independentista. Porque interessa menos o conceito ministerial de agricultura e bem mais o sonho universal do ruralismo, esse projecto dos agrocratas liberais que nos souberam regenerar, em aliança com o primitivo sonho do municipalismo republicano. Espero que o bom senso não nos obrigue a uma nova Maria da Fonte e a uma nova Patuleia, para mandarmos para o exílio este cabralismo sem Cabrais, que continua a usar e abusar das cláusulas da Convenção do Gramido.


Ago 02

Algumas vacas sagradas que merecem ser removidas

Se o centralismo continuar a restringir a autonomia, em nome do unitário, tem que se passar para o federativo! A federação não pode continuar a ser nome proibido e só elogiado quanto à integração europeia. Antero e Teófilo não são para desprezar… Pronto, já irritei as vacas sagradas do pombalismo, de Afonso Costa e de Oliveira Salazar ! Ainda há por aí uns girondinos antijacobinos que tanto são federalistas como nacionalistas! Estou farto dos capitaleiros, sobretudo dos provincianos! Claro que gosto dos modelos do Reino Unido, da Confederação Helvética, dos Estados Unidos da América e do próprio Brasil… Julgo que estes federalismos uniram mais do que a atracção pelo unitário da sociedade de Corte! Compreendo alguma revolta sentida por Carlos César e Alberto João Jardim! E não esqueço como o cavaquismo liquidou a regionalização … Será pecado dizer não à vacas sagradas do que deveria ser uma política do direito? Por exemplo, reforço da magistratura judicial e transformação do ministro da justiça em procurador-geral da república. Ao menos, o ministério dito público passava a ser politicamente responsável e indirectamente eleito? Mais outra provocação: como nem todas as leis existentes no armazém do direito aplicável podem ser cumpridas e para que não sejam clandestinamente revogadas pelo costume, que tal elevar este a fonte de direito com mais dignidade e introduzir o sistema do pretor romano que todos os anos estabelecia um programa público de tolerâncias zero diante do povo? Só por hipocrisia podemos dizer que todas as leis são aplicáveis. Das vigentes, muitas são inválidas e outras tantas ineficazes. Os tribunais têm de livrar-nos das segundas. A administração da justiça em nome do povo deve estabelecer hierarquia de aplicabilidade. Porque custam as mobilizações de meios. Juiz da Beira, precisa-se. Abaixo o Quijote com moinhos de vento e lança de cortiça!