Falta reunir os pedaços partidos e refazer o ideal da pátria

Num tempo de “tecnocratas colectores de fichas”, importa recordar aos troikados que “governar um país é pilotar o futuro com engenharia de sonhos, por isso é que a política vai regressar mais depressa do que parece porque o problema das fichas vai ser confrontado com os maus resultados ” .

 

“Hoje sente-se que falta reunir os pedaços partidos e refazer o ideal da pátria”

José Adelino Maltez numa conferência sobre Manuel Fernandes Tomás

“Manuel Fernandes Tomás é um símbolo a cultivar com muito carinho”. Esta foi uma das muitas mensagens deixadas pelo professor José Adelino Maltez, no CAE, numa conferência subordinada ao tema “Fernandes Tomás e a Liberdade Portuguesa”, que se realizou a 24 de Agosto, data em que se homenageia o figueirense conhecido por “Patriarca da Liberdade”, pela sua intervenção na Revolução Liberal de 1820.

Adelino Maltez sublinhou que está em causa Fernandes Tomás e toda uma geração que compôs o movimento Sinédrio, nomeando também Gomes Freire e Mouzinho da Silveira. “O estado contemporâneo é uma construção desta geração”, disse. O professor realçou várias características de Manuel Fernandes Tomás que são pouco faladas, como ter sido “um brilhante servidor do Estado”, a participação na expulsão dos franceses do Forte de St. Catarina em 1808, não esquecendo outros heróis como José Bonifácio de Andrade e Silva ou Hipólito José da Costa.

Excerto da Noticia – Edição de 31 de Agosto de 2011

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