Regresso ao comentarismo televisivo

Dois meses e meio depois, ainda combalido, regressei ao trapézio dos directos. Obrigado, ao Mário Crespo, ao António José Teixeira, à Gabriela e à Joana. É bom regressar a casa. Foi o meu Francisco que fez “screenshot”. Também levei uma camisa dele…

Mudei o meu facebook para latim: murus, indicia, imagines, cistae, partire e, sobretudo, quid cogitas? Dá para recordar o BoBiBum (o cognome do Nunes de Figueiredo, meu professor de Initia Latina, no liceu) e o Sebastião (o meu profe de direito romano). E assim me vou declinando, fugindo à linguagem única do inglês técnico…

Porque amanhã é sábado e muitos ainda acreditam, e bem, que pode haver domingo de ressurreição, mesmo que seja numa gruta, no interior da terra. Só que a libertação depende mesmo de cada um. Se, um por um, todos quisermos renascer. Sem “nihil obstat”…

Belmiro: “O principal de um grande líder é formar líderes melhores do que ele próprio. Se não assume isso, está o caldo entornado. Não devemos morrer agarradas ao cadeirão, mas nem sempre é assim, até na política”. E noutros sítios deste sítio, onde além dos gerontes, temos de aturar as sucessivas viúvas da respectiva corte de carreiristas incompetentes, vingativos e inquisidores.

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