Out 11

Entre agências de eventos comemorativos e o canto do cisne desta sociedade de casino.

 

O problema não está entre o “se este orçamento passar” e o “se este orçamento não passar”, mas antes entre o “se este orçamento passar” e o “se outro orçamento passar”, mesmo que continue um primeiro-ministro do PS, se o patriotismo do Largo do Rato nos libertar desta viela de propaganda.
Felizes súbditos da coroa britânica: em quinze dias podem ouvir a voz do povo em eleições. Por cá, temos que esperar, durante meses, pela eleição de um referencial de segurança. Logo, aprovem um orçamento-cheque em branco e esqueçam-se de quem sufragou estas delongas constitucionais, incluindo as sopeiras do regime que bem pregam, como Frei Tomás!
Logo, há que pedir a integração na ilha do Príncipe, ou no ilhéu das Rolas, dado que não cabemos em Coloane. Mas como já há uma ponte para a Taipa, podemos optar por uma adequado financiamento chinês, dada a nossa potencialidade para casino com largos parques de estacionamento no interior desertificado…
Aliás, as despesas em eventos propagandísticos por parte do desgoverno e dos desautárquicos é uma vergonha que, de há muito existe, mas que só por estes dias começa a ser denunciado pelos grandes órgãos de comunicação social que dele beneficiavam. Já agora podem também elencar as próprias universidades e a seita a que os reitores chamam sociedade civil…
Nesta teledemocracia, só quando a tragédia ameaça é que nos deixam notar que ela estava a ser protagonizada por péssimos actores de comédia, dos tais que, mesmo sem festa, nos inundam de foguetes. O problema é que as canas nos estão agora a cair em cima…
Mesmo a própria universidade serve de palco para encenações de politiqueiros, ávidos de uma passeata de borla e capelo, ao mesmo tempo que a lei gaga que nos rege inventou essa de os reitores, os presidentes e os directores serem eleitos por aqueles que eles escolheram para os conselhos gerais, entre políticos e desempregados, banqueiros e empresários de regime…
O mal de Portugal está no facto de não podermos exercer o primeiro dos direitos do homem, que é mexer-nos, largar esta cadeia e procurar, na terra, outro lugar para o sonho do paraíso. Entalados entre o indiferentismo e o populismo já não podermos salvar o daquém, procurando o d’além…

Out 11

As despesas em eventos propagandísticos

As despesas em eventos propagandísticos por parte do desgoverno e dos desautárquicos é uma vergonha que, de há muito existe, mas que só por estes dias começa a ser denunciado pelos grandes órgãos de comunicação social que dele beneficiavam. Já agora podem também elencar as próprias universidades e a seita a que os reitores chamam sociedade civil…

Nesta teledemocracia, só quando a tragédia ameaça é que nos deixam notar que ela estava a ser protagonizada por péssimos actores de comédia, dos tais que, mesmo sem festa, nos inundam de foguetes. O problema é que as canas nos estão agora a cair em cima…

Mesmo a própria universidade serve de palco para encenações de politiqueiros, ávidos de uma passeata de borla e capelo, ao mesmo tempo que a lei gaga que nos rege inventou essa de os reitores, os presidentes e os directores serem eleitos por aqueles que eles escolheram para os conselhos gerais, entre políticos e desempregados, banqueiros e empresários de regime…

O mal de Portugal está no facto de não podermos exercer o primeiro dos direitos do homem, que é mexer-nos, largar esta cadeia e procurar, na terra, outro lugar para o sonho do paraíso. Entalados entre o indiferentismo e o populismo já não podermos salvar o daquém, procurando o d’além…

Out 10

una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil

“O Ministério das Finanças não merece crédito..é uma barraca de farturas” (Medina Carreira, em directo).

O problema não está entre “se este orçamento passar” e o “se este orçamento não passar”, mas antes entre “se este orçamento passar” e o “se outro orçamento passar”, mesmo que continue um primeiro-ministro do PS, se o patriotismo do Largo do Rato nos libertar desta viela de propaganda.

“Ser de izquierda es, como ser de derecha, una de las infinitas maneras que el hombre puede elegir para ser un imbécil: ambas, en efecto, son formas de hemiplejia moral. Además, la persistencia de estos calificativos contribuye a falsificar más aún la realidad del presente, como lo demuestra el hecho de que hoy las derechas prometen revoluciones y las izquierdas proponen tiranías”. (Ortega, 1937)

Felizes súbditos da coroa britânica: em quinze dias podem ouvir a voz do povo em eleições. Por cá, temos que esperar, durante meses, pela eleição de um referencial de segurança. Logo, aprovem um orçamento-cheque em branco e esqueçam-se de quem sufragou estas delongas constitucionais, incluindo as sopeiras do regime que bem pregam, como Frei Tomás!

Out 09

Não voltes Zé Manel, não estás perdoado!

DGCI gasta 220 mil euros a comemorar aniversário. Kim Jong-un é o sucessor oficial. FMI avisa que Portugal será a pior economia da UE em 2015. Queixa-crime contra procurador-geral no Supremo.Tudo isto são parangonas. Tudo isto é triste, tudo pode não ser apenas fado.

Durão teme que país vá de “mal a péssimo”. Não voltes Zé Manel, não estás perdoado! Mesmo que seja para a comissão de honra dos elefantes de Aníbal, com sede ultramontana, e também para voltares a ser porreiro para o pá que tem nome de grego, mas só por acaso. Prefiro os golos a jogadores fora do prazo. Nani é que marcou, não foram os dinossauros de bancada!

Sócrates apresenta demissão em Belém a 29 de Outubro (é só parangona). Do jornal “i”. Numa notícia que termina com uma glosa a frase de Raymond Aron sobre a guerra fria: “”Acordo impossível. Chumbo improvável.” Noutro jornal é Torres Couto que regressa: “Costa seria melhor que Sócrates”. Pelo menos, seria melhor que o queijo limiano!

Quando Balsemão diz que “o Orçamento deve resultar não de uma teimosia de quem o propõe, mas de algo que possa vir a ter o apoio do maior número possível de partidos representados na Assembleia da República”, convenço-me que ele está bem informado junto de quem realmente manda: os credores internacionais. Sabem mais do que o triângulo situacionista: Aníbal, Durão e Sócrates.

… E enquanto à fome o povo se estiola,/ Certo santo pupilo de Loyola, /Mistura de judeu e de vilão, /Também faz o pequeno “sacrifício”/ De trinta contos – só! – por seu ofício /Receber, a bem dele… e da nação.” Escrito em 1969, ano da morte do poeta (22 de Dezembro). Ainda me recordo de um texto que nesse ano ele publicou em “A Capital”, em defesa da democracia!

Sampaio propõe revisão constitucional oportunista, pensando no encurtamento dos prazos para as dissoluções, por causa de eleições presidenciais. Por outras palavras, já admite que este governo possa ir à viola, como aquela que tocou nos areais do despedimento de Santana Lopes, com justa causa e intervencionismo belenense…

Barroso dá vitória futebolítica de ontem como exemplo. Paulo Bento a primeiro-ministro, já! E Mourinho, a presidente, imediatamente…

Out 08

O governo de Pequim acha obsceno

O governo de Pequim acha obsceno que um seu preso político receba o Prémio Nobel da Paz. Como o de Moscovo, da URSS, relativamente a Soljenitsine. Obscena é uma ordem global, onde o primado do ter sobre o ser acredita mais na facturação do que na liberdade.

Não tenho sinofobia, mas sou obrigado a reconhecer que a cultura do individualismo, desencadaeada pelo cristianismo romano, pelo Renascimento e pelo Iluminismo, é minoritária num mundo, onde já não funciona o princípio colonizador, em nome da civilização contra a barbárie: não devíamos ter transformado duas guerras civis europeias em guerras mundiais, guerras frias e globalizações!

Alerta laranja de mau tempo para Portugal continental…Teixeira dos Santos: PSD deve clarificar já posição sobre OE. Estou farto de parangonas trocadas. Vou mas é para a muita tranquilidade do Paulo Bento. Espero que não sejamos derrotados

Out 07

Contra as nacionalizações sacristas ou revolucionárias

Tanto sou contra as nacionalizações revolucionárias, como rejeito as episcopalizações do mesmo género patrimonialista. Se não houver contenção não tardará, como em 1917, que o sindicato em causa promova a criação de um partido, ou braço político, como o foi o CCP, que tanto deu raia em votos como lançou Salazar como deputado, ao lado de um administrador do banco de Alves dos Reis…

Estou farto de PEC I, PEC II e PEC III. Temo que novo PEC Santo entre num dos orgulhos multisseculares da sociedade civil portuguesa, ainda por cima através de uma sigla que me faz lembrar o velho Corpo Expedicionário Português, o comandado por Gomes da Costa.

O nosso hierarquismo paternalista tanto levou a que o partido “democrata-cristão” de 1917 nascesse de uma decisão institucional dos bispos, como, depois, com o mesmo protagonista, provocou que o partido único do regime autoritário nascesse de uma Resolução do Conselho de Ministros. Um lastro que ainda marca o tique centralista e concentracionário da presente partidocracia.

Out 07

forma republicana de governo

Ao contrário do que proclamam os monárquicos institucionalizados, sou capaz de demonstrar, pela hermenêutica simples de um aluno de direito constitucional, que a tal alínea b) do 288º não impede a chefia de Estado de caber a rei, que, de acordo com as leis fundamentais, desde 1385, está obrigado a “forma republicana de governo”, dado que, no não-absolutismo, o rei reina, o povo é que governa.

Não comento o conflito entre as Misericórdias e o Vaticano. Guerras destas estão registadas desde D. Afonso Henriques. Também não advogo o intervencionismo do Estado. Prefiro que o Vaticano e o Estado não entrem em coisas que são do povo, das comunidades, da república. Respeitem a autonomia das pessoas, ainda que pertencentes, pluralmente, ao rebanho do Papa e ao colégio eleitoral da República Portuguesa.

Estou farto de PEC I, PEC II e PEC III. Temo que novo PEC Santo entre num dos orgulhos multisseculares da sociedade civil portuguesa, ainda por cima através de uma sigla que me faz lembrar o velho Corpo Expedicionário Português, o comandado por Gomes da Costa.

Tanto sou contra as nacionalizações revolucionárias, como rejeito as episcopalizações do mesmo género patrimonialista. Se não houver contenção não tardará, como em 1917, que o sindicato em causa promova, como em 1917, a criação de um partido, ou braço político, como o foi o CCP, que tanto deu raia em votos como lançou Salazar como deputado, ao lado de um administrador do banco de Alves dos Reis…

O nosso hierarquismo paternalista tanto levou a que o partido “democrata-cristão” de 1917 nascesse de uma decisão institucional dos bispos, como, depois,l com o mesmo protagonista, levou a que o partido único do regime autoritário nascesse de uma Resolução do Conselho de Ministros. Um lastro que ainda marca o tique centralista e concentracionário da presente partidocracia.

Saramago foi um génio e recebeu justamente o Nobel. Mário Vargas Llosa, também. Saramago era progressista e comunista. Mário Vargas Llosa também não. Até continua liberal. Pelo menos, ficámos a saber que, de vez em quando, os não progressistas, de socialistas a comunistas, também furam o cerco do situacionismo da “intelligentzia” dita literária…

Em defesa da minha primeira escola universitária, a Faculdade de Direito de Coimbra, protesto contra a desconsideração a que foi sujeita a Professora Doutora Anabela Rodrigues. O “curriculum” é totalmente inquestionável por politiqueiros. Basta compulsar. Não a conheço pessoalmente, não me interessam as respectivas opiniões políticas. Mas sei o que é uma instituição como a minha velha casa.

Out 06

Daí que a Ditadura se tenha desbaratado plebiscitariamente

Daí que a Ditadura se tenha desbaratado plebiscitariamente: Carmona teve quase o dobro dos votos de todos os partidos concorrentes às eleições de 1925… Vale-nos que o regime actual já em 1975 tenha chegado a 6 231 372 contra os 1 800 000 recenseados de 1973! Só neste regime se perdeu o medo do povo!

Noventa por cento dos louvaminheiros de telenovela do comemorativismo oficioso, republicanóide, do dia de ontem, bem mereciam ouvir este hino da autoria do nosso D. Pedro IV, o plantador da lusitana liberdade contemporânea. O mesmo direi de muitos monarcóides que nem reparam no símbolo liberdadeiro do azul e branco. Muitas vezes, não é uma questão de fé, mas de simples ignorância, ou denegação da verdade!

Não há republicano honrado do nosso 1910 que não se assuma como herdeiro de 1820, da regência de Angra, de Passos Manuel ou de José Estêvão. O mal da I República, como o temia Guerra Junqueiro, foi abandonar o azul e branco. Não falo dos republicanos salazarentos, tomasianos, belenenses, sovietistas ou partidários de Saló.

Gostei da intervenção de José Pacheco Pereira sobre o 5 de Outubro no Palácio das Cortes. Mas continuo monárquico. O deputado do PSD foi justo e sentido quando falou na autenticidade de muitos republicanos durante a ditadura. Podia acrescentar que estavam de mãos dadas esses vivas à república com os vivas ao rei, ambos em nome da liberdade…

Basta assinalar que o último Congresso Republicano de Aveiro, para acolher a oposição monárquica ao Estado Novo, quando ele passou a chamar-se Estado Social, passou a chamar-se Congresso da Oposição Democrática. Não consta que muitos neo-republicanos ultrajacobinos da presente moda, vinda da extrema-esquerda totalitária, lá tenham estado…

 

 

Out 05

que um grito de revolta irrompesse pela Praça do Município

Machado Santos, com os homens e mulheres da Rotunda, os heróis de Naulila e os soldados das trincheiras quase mereciam que um grito de revolta irrompesse pela Praça do Município com heróis do mar e nobre povo e, em nome da autenticidade, acabasse com a palhaçada do “apparat” deste estadão. Que saudades temos da austeridade do primeiro chefe do governo provisório da república, Teófilo Braga, dito “o guardador de patos”, que ia para o palácio de Belém no eléctrico da Carris. Basta comparar com a frota automóvel mobilizada por esta classe política para aparecer na televisão… Reparo que nem lá falta um dos altos hierarcas do situacionismo, que eu sempre conheci fiel e repetidor do papá, ilustre deputado da União Nacional. Acabei de o ver, de mão dada com outro sempre-em-pé, antigo elogiador palavroso de Caetano pelos jornais de então. República sem “adesivos” e “viracasacas” não podia ter cem anos de torpezas, com 48 de ditadura e meia-metade de decadência Não há “os” monárquicos nem “os” republicanos…há a liberdade cívica, de um lado, e o fanatismo, a intolerância e ignorância, do outro. Foi para isso que se desembarcou no Mindelo de azul e branco! Basta ver a lista dos “viracasacas”, ex-ministros e deputados da I República que até foram deputados na primeira Assembleia de Salazar . Incluindo traidores declarados do GOLU que fizeram o parecer da primeira lei do Estado Novo que extinguiu a ordem que nos regenerou em 1820 e 1832? Traulitânia…eu ainda ontem aqui defendi Luís de Magalhães e Paiva Couceiro…Até invocando os testemunhos de Basílio Teles e Guerra Junqueiro. Em política de crenças não há o preto e branco… Não digam “os” republicanos, mas “certos”. Que nisto de “estadonovismo” se congregaram com “certos” monárquicos…aliás, o embaixador britânico, em 1926, antes de 28 de Maio, em relatório, apontava António Maria da Silva como um potencial líder fascista. Claro que era mentira, mas não deixando de ser sintomático dos tiques habituais dos que nos consideram mero protectorado…mandando assassinar os Gomes Freire, quando, felizmente, há luar! Hitler era república…a Arábia Saudita, uma monarquia. Salazar foi 40 anos republicano. E os Países Baixos e a Espanha optaram pelo rei e pela liberdade, depois de experiências republicanas. Até Londres, depois do totalitarismo da república de santos de Cromwell. Os republicanos do 5 de Outubro tinham o sonho de uma “alma nacional” e cumpriram esse patriotismo sentido até na Grande Guerra. Honra lhes seja e que se cumpra esse projecto. Apenas falharam quando pensaram que ainda não havia povo era necessário “construir o povo”, conforme as palavras do inesquecível João Chagas… A televisão do Estado diz que Manuel Buíça foi um dos heróis da República. Espero que este apelo ao terrorismo não faça ricochete! O regicídio de 1908 provocou o assassinato de Sidónio em 1918, de Granjo, Machado Santos e Maia, em 1921, e de Delgado em 1965. Da monarquia liberal, não consta nenhum destes registos. Nem sequer o de prisioneiros políticos. A honra da presente constituição não devia ser ofendida com estas memórias fratricidas e magnicidas, para gáudio da historiografia jacobina!  Não estou a ver Mário Soares de carabina contra ministros do Estado Novo. Nem o meu amigo Carlos Antunes das Brigadas Revolucionárias, que teve o Tomás na mira, quis carregar no gatilho! Já chega de sangue! O Povo na monarquia liberal: potenciais votantes em 1895: 863 280; recenseados na I República (entre 471 557 e 574260). Temia-se os votos dos “cavadores de enxada”. Com o sidonismo, chega-se a um colégio eleitoral de 900 000 e 500 000 votantes, uma excepção que confirma a regra censitária. Daí que a Ditadura tenha desbaratado plebiscitariamente: Carmona teve quase o dobro dos votos de todos os partidos concorrentes às eleições de 1925… Vale-nos que o regime actual já em 1975 tenha chegado a 6 231 372 contra os 1 800 000 recenseados de 1973! Só neste regime se perdeu o medo do povo!


Out 05

Autárquicas e a ameaça do “out of control”

Sócrates começa a enrouquecer demais, numa campanha que o ameaça derrotar, Alegre torna-se num breve indisciplinador colectivo, em nome do bom senso, isto é, dizendo em voz alta o que todos proclamam em surdina. E a palavra emitida torna-se de tal maneira incómoda que logo os interesses instalados, através dos respectivos opinadores oficiosos, tentam desarmadilhar um terreno, infelizmente dramatizado pelo populismo.

 

Por outras palavras, a turbulência ameaça ficar “out of control” e o situacionismo não pode envolver-se numa espiral que signifique um “point of non return”. É por esta e por outras que vou preparando a minha campanha para a junta de paróquia da Senhora do Ó, agradecendo sugestões para o meu vitorioso caderno reivindicativo.

 

 

 

Para já, prometo distribuir mangueiras e extintores portáteis por todos os quintais da terra, bem como instalar no adro da igreja um adequado carro de praça, que nos livre da ditadura da vila, sede de concelho. Estou mesmo tentado a convidar o melhor tribuno da III República a vir cá fazer uma breve sessão de esclarecimento presidencial, assegurando-lhe mais presenças na sala do que aquelas que ele conseguiu mobilizar para Viseu. Estou também a pensar instalar vinte piscinas na terreola e arredores, embora ainda não tenha estudado o tamanho das ditas. Preciso, contudo, rapidamente, de um qualquer notável que esteja disponível para assegurar a presidência da assembleia de freguesia.