O Estado à Procura do Político. Metodologias da Ciência Política

Começa a fazer-se luz sobre certa coincidência entre o apagão do CEPP e outro acaso. Descobri-o há minutos, com alguns anedóticos recortes. Com efeito, às 14 horas e 59 minutos enviei um SMS ao chefe de secretaria da minha escola, onde enunciava o seguinte: Meu caro. Seria possível avisar-me quando o meu último livro estiver impresso, dadas as actuais circunstâncias em que vivemos? Há alguns minutos, muitas horas depois, o funcionário comunica-me: Mas ele já saiu há duas semanas… E eu dei ordens para que o informassem… Claro que ninguém mo comunicou. Sou persona non grata para tais chefias. Com muito orgulho.

Sorri e compreendi. O editor é o ISCSP. E também há duas semanas deve ter acontecido o apagão. O livro é simples. Trata-se de uma parcela do meu relatório de agregação de há cerca de uma década. Por acaso, deve ser o primeiro relatório do género publicado em cem anos de escola. Repeti o que fiz para o relatório de professor associado, também pioneiro na minha escola. Porque os documentos que firmam provas académicas não devem ser endogamicamente clandestinos.

Também devo ser pioneiro nestes esquecimentos. Deve ter sido a primeira vez em que um meu editor se “esqueceu” de avisar este autor de uma publicação. Os leitores destas “Metodologias da Ciência Política” vão perceber a causa destas azáfamas dos mensageiros do editor. E, por isso mesmo, tentarei fazer um pequeno lançamento significativo. Como espero que o mesmo editor me indique se mantém o compromisso de editar o segundo volume, conforme foi solenemente prometido…

Foi no apagado CEPP que surgiu a primeira edição parcelar da obra.

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