Os governos que caem como caiu o que existia

Os governos que caem como caiu o que existia, embora simulem de vivos, estão já moralmente mortos”. Palavras de Alexandre Herculano sobre o normal anormal da nossa permanecente crise. O tempo verbal é indiferente. Foi passado, é presente, há-de ser futuro. Não somos bruxos, mas temos a certeza, sem condicional.

Já agora, parafraseando o mestre, uma rede social unânime numa opinião ou num hábito não seria rede, seria gado…

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